José de Alencar, sobre a literatura:

"Palavra que inventa a multidão, inovação que adota o uso, caprichos que surgem no espírito do idiota inspirado".
Benção Paterna, 1872 - tem coisas que não mudam.




sexta-feira, 5 de outubro de 2012

O medo de pensar e existir

Penso, logo existo. Ou: existo, logo penso. Falar pode ser tão real quanto saltar da ponte. E não falar, também.

Palavras são palavras, mas a palavra no papel (ou na tela) parece o próprio pensamento materializado. Demoro muito a escrever, escrevo pouco. Penso tanto que, às vezes, beiro o não existir. Aí travo.

E penso: de que vale pensar por conta própria se você não assume o risco? Você tem todo direito de errar. 

E aí penso mais um pouco. E salto.

2 comentários:

Suzete disse...

Se queres ser escritora tens que escrever e assumir riscos. Gostei do texto curto e filosófico. Bjos Suzete

Alexandre Espindola disse...

Quem tenta pode errar, quem não tenta, ja errou. Parabéns Nina Ferras.
Deus te abençoe semore.